Teste de carga com JMeter – Criando o primeiro script

No primeiro post Teste de carga com JMeter, conseguimos instalar e configurar o JMeter para podermos criar o primeiro script.

A partir de agora, ao clicarmos em Iniciar no HTTP Proxy, tudo que o Firefox gerar de requisição será gravado no JMeter. O primeiro script que vamos fazer será uma simulação de uma pessoa entrando no portal da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e acessando os concursos abertos.

Primeiramente, devemos ir no Servidor HTTP Proxy criado no primeiro post e iniciá-lo. Quando abrir um site qualquer, uma mensagem de conexão segura sempre aparecerá, já que o certificado usado será do Jmeter. É só clicar em Avançado > Adicionar Exceção e confirmar.

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Zona de conforto: Não deixe ela te pegar!

Recebo muitas perguntas de colegas sobre o futuro da profissão do tester: Qual caminho devo seguir? Realmente vale a pena ser um tester? Todos sabem que a área de qualidade está passando por um processo de transformação no sentido geral. Vale a pena me aperfeiçoar em desenvolvimento? Existem bons empregos para testadores manuais sem skills técnicos? E sobre certificação? Me torno um profissional diferenciado se obtiver certificações?

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Teste de carga com JMeter – Instalação e configuração

O JMeter é uma ferramenta open source para criação e execução de testes de stress, carga e desempenho. Os objetivos desse tipo de teste são descobrir a performance e o desempenho de um serviço quando exposto a uma carga específica, avaliar a carga máxima suportada pelo servidor e descobrir pontos de gargalo nas requisições.

O JMeter utiliza o conceito de usuários virtuais, que simulam usuários reais executando ações determinadas pelo script.

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Testes em Chatbots Parte 3 – Funcionalidades do Facebook Messenger e Exceções

Chegamos à terceira e última parte do post sobre testes em Chatbots. No primeiro post, falamos sobre caminho feliz e a importância da usabilidade; no segundo post, falamos sobre algumas novidades que foram anunciadas no F8 (que infelizmente ainda não foram lançadas no Brasil) e sobre alguns componentes para chatbots do Facebook Messenger.

Neste post, vou mostrar como qualquer funcionalidade do Messenger pode se tornar um caso de exceção para o bot.

Vamos listar algumas das principais funcionalidades e as exceções que elas podem causar.

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Testes em Chatbots Parte 2 – Facebook Messenger e Componentes Para Chatbots

No post Testes em Chatbot Parte 1, vimos sobre a importância dos testes de usabilidade e algumas coisas que devem ser observadas na hora de testar o caminho feliz em um chatbot.

Já que estamos falando de caminho feliz, durante os testes você irá encontrar diversos componentes desenvolvidos especialmente para a Plataforma Messenger quando o assunto é Chatbot. Falando em componentes para chatbots, o Facebook lançou algumas novidades sobre o assunto no evento F8, que aconteceu em abril deste ano em San Jose, California.

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Testes em Chatbots Parte 1 – Usabilidade e Caminho feliz

Há um tempo, publiquei aqui no blog um post sobre o meu começo testando chatbots. E, o que mudou daquele post até agora? Pouca coisa no cenário de testes. O assunto continua sendo novidade! Mas, ganhei um pouco mais de experiência no assunto. Esse post e o próximo foram originalmente postados no Chatbots Brasil, mas contemplam algumas novidades lançadas no evento F8 do Facebook, em abril.

Como o assunto é extenso e daria um post muito grande, ele será dividido em duas partes. No post de hoje vou falar sobre caminho feliz, observando a usabilidade e as boas práticas. No próximo, vou dar foco nos testes utilizando Facebook Messenger e cenários de exceção.

No post anterior, citei que existem dois tipos de bots: baseado em regras (que seguem uma árvore de navegação) e os que utilizam linguagem natural. Vamos nos basear no primeiro tipo.

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Testes em ChatBots com NLP

No meio dessa onda de novidades sobre os chatbots, existem várias ferramentas de Inteligência Artificial para tentar aproximar a interação do usuário com o software de uma conversa.

Na Take usamos uma ferramenta própria de Processamento de Linguagem Natural que usa o Watson da IBM (conheça mais do Watson aqui), principalmente em Bots com estrutura de FAQ. Quando o usuário pergunta algo para o chatbot, é feito o processamento da pergunta e, após, o software retorna para o usuário uma resposta que acredita ser a correta.

Obviamente, a quantidade de coisas que o software conhece é bem limitada, então, se o usuário perguntar “arroz, feijão e batata, o que é que falta?”, receberá como resposta algo como “Desculpe, não entendi. Podemos tentar novamente?”.

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Um pouco sobre o Git

E ai pessoal! Já faz um tempinho que não escrevo no nosso blog. Mas hoje retornei e vou falar um pouco sobre comandos básicos do Git, essa ferramenta que nos auxilia e nos ajuda no dia a dia dos nossos testes armazenando nosso código.

git

Bom, para quem nunca usou, o que seria o Git? Bem, o Git nada mais é que um controlador de versão de arquivos e códigos. Com ele você pode criar várias versões de um programa, sem a necessidade de esperar outra pessoa terminar as edições dela, para criar as suas. Nesse caso, após as edições, vocês mesclarem suas alterações e criam uma única final. Além de fazer um controle maior de partes do sistema entregue.

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