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Teste de invasão: Exploração de falhas – Parte 2

Os ataques a aplicações web estão se tornando mais elaborados e cada vez mais fazendo uso de métodos automatizados de exploração de vulnerabilidades. Segundo o OWASP, a principal causa dessas vulnerabilidades está ainda na etapa de desenvolvimento, como falta de validação correta dos campos de entrada de aplicações web.

Neste post, vamos discutir as 10 principais vulnerabilidades listadas no OWASP top ten 2017. Confira!

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Teste de invasão: Exploração de falhas – Parte 1

Nos posts anteriores, falamos sobre as diversas fases de um teste de invasão. Neste post, começaremos a discutir sobre a fase de Exploração de falhas.

Nesta fase iremos utilizar — com base nas vulnerabilidades levantadas na fase anterior — os exploits que podem ser definidos como dados, comandos ou códigos executáveis capazes de aproveitar as vulnerabilidades de sistemas. O objetivo é explorar as vulnerabilidades e obter acesso aos sistemas.

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Teste de invasão: Análise de vulnerabilidades – Parte 2

No post anterior, iniciamos a discussão sobre a etapa de Análise de vulnerabilidades, na qual utilizamos ferramentas e análises manuais para realizar um levantamento das vulnerabilidades existentes, levando em consideração tanto a pesquisa de informações disponíveis de forma pública quanto o que seria crítico a nível de segurança da informação do negócio da organização.

Neste post, vamos falar sobre as ferramentas de scan, que realizam uma verificação e comparação com uma base de dados de vulnerabilidades para identificar as falhas.

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Teste de invasão: Análise de vulnerabilidades – Parte 1

Prosseguindo com a nossa série de posts sobre Teste de invasão!

Nos posts anteriores, discutimos sobre as fases de:

Neste post, vamos começar a entender sobre alguns métodos para realizar a etapa de análise de vulnerabilidades, na qual vamos não somente identificar as vulnerabilidades, mas também realizar uma análise sobre os problemas que a exploração daquela falha poderá causar, levando em consideração o tipo do negócio da organização. Leia mais

Teste de invasão: Modelagem de ameaças

Nos posts anteriores, conversamos sobre a duas primeiras fases do teste de invasão. Na primeira fase (Preparação_, o objetivo é compreender sobre a área de atuação da organização que está solicitando o teste e sobre o objetivo que se quer alcançar com a sua realização, buscando o alinhamento — visto que esse tipo de teste pode gerar impactos inesperados.

A segunda fase é a de Coleta de informações, na qual o objetivo é buscar informações públicas sobre a empresa que possam ajudar nos testes, e essas informações serão utilizadas para a próxima fase que vamos falar neste post: Modelagem de Ameaças.

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Teste de invasão: Coleta de Informação – Parte 2

No post anterior, Teste de invasão: Coleta de Informação – Parte 1, iniciamos a discussão sobre a fase de Coleta de informação, que tem como objetivo conhecer o cliente. No post de hoje, vamos dar continuidade ao assunto dando foco na utilização do Google Hacking, técnica que utiliza recursos de busca para encontrar informações disponíveis sobre empresas. Isso pode acontecer, por exemplo, quando um servidor é mal configurado, o que permite a exposição de dados, de arquivos dentro de sites, páginas que deveriam ser secretas, lista de e-mails, lista de senhas, entre outros, com a utilização de comandos.

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Teste de invasão: Coleta de Informação – Parte 1

Neste post, iremos conhecer um pouco sobre a segunda fase do teste de invasão que é chamada de Coleta de informações, que tem como objetivo conhecer o cliente.

Essa fase pode ser realizada de diversas formas, como pesquisa em fontes abertas, pesquisa nas redes sociais da empresa e até nos requisitos para uma vaga de emprego, locais que podem ter informações importantes sobre a infraestrutura, sistemas operacionais utilizados, entre outras.

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